Valerian | No Brasil, Dane DeHaan e Luc Besson promovem o longa; veja a crítica




“Valerian – E a Cidade dos Mil Planetas” só estreia no Brasil no próximo dia 10 de agosto, mas o diretor do longa, Luc Besson e o ator norte-americano Dane DeHaan estiveram no Brasil nesta quinta, 3, para uma série de ações para promover a produção e para participar da premiere brasileira da história baseada na HQ que teria passagens pelo Brasil, na versão original.

Podemos definir o filme em si como uma grande viagem na maionese. Um roteiro muito trabalhado, às vezes, pode parecer confuso e é o que a proposta da história dá a entender.

O major Valerian é um dos espiões do alto escalão da Alpha, a cidade dos mil planetas, que, ao longo dos séculos foi tendo diversas espécies de extraterrestres acopladas, se tornando a maior fonte de inteligencia do espaço. Sua parceira Laureline, por quem é apaixonado, é uma mulher um tanto difícil, o que torna o longa um pouco previsível, no que acontece entre eles no final.

Pra quem gosta de SyFy, é ótimo. Traz referências à Star Wars, e também a Star Trek, já que o que não faltam são batalhas no espaço. Uma missão confusa, contra uma raça do extinto Planeta Mür, que supostamente planeja uma vingança contra os humanos por permitirem que o seu planeta fosse destruído numa antiga guerra inter-estelar. Por isso, o seu Comandante é sequestrado e o casal explosivo precisa fazer uma série de resgates, um ao outro, para tentar entender a difícil missão de… tentar entender o que está acontecendo, sim, acredite!!

A melhor parte do filme sem dúvidas é uma cena da cantora Rihanna, participante especial, para dar um Up no elenco do longa. E fez jus ao convite. Sua aparição no filme já causa um frenesi no público encantado do cinema. Sua trama e sua personagem são bem trabalhadas, exatamente como uma artista do estirpe dela merece.

Posso julgar o filme como bom. Tem seus erros, mas tem algumas qualidades que fazem ele ser um bom passatempo no cinema, com a família, no final de semana.

Vamos às notas?

Roteiro: 4/10 – muito confuso;
Fotografia: 6/10 – por se passar no espaço, temos muito efeitos especiais;
Adaptação da HQ: 5/10 – não se prende fielmente à história;
Atuação: 8/10 – de longe o melhor trabalho de Cara Delevigne e Rihanna, no cinema;
Trama: 7/10 – não é boa, mas mantém o público ligado na história;

Veja o trailer:

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