O final de “Os Vingadores – Guerra Infinita” vai te deixar de boca aberta; veja a crítica

O final para uma série de 10 anos em filmes da Marvel é evento pra qualquer pessoa correr para o cinema, mas, “Os Vingadores – Guerra Infinita” conseguiu superar até isso! O longa que estreia mundialmente nesta quinta, 26, vai te surpreender desde a primeira cena!

É de se esperar uma superprodução para uma história que o estúdio desenrola há 10 anos, ou 18 filmes de super-heróis! Guerra Infinita não é mais do mesmo, é, como posso dizer: a construção de uma nova era.

Esse “Vingadores” é o coração da mãe porque aparece tanto herói que a gente não sabia nem que era capaz – e possível – de alguém juntar tanta gente e com com tamanha coesão no mesmo filme.

A história prende, ensina, traz empatia, vontade de pular na cadeira, e consumir com ferocidade aquilo que é entregue, sem deixar de lado o humor, fatores esses que, na minha opinião, foram os responsáveis por fazer esses 18 filmes serem tão consagrados, arrecadando em bilheteria em todo o mundo… PAUSA DRAMÁTICA... mais de US$ 50 bilhões.

Preciso assistir aos 18 filmes para entender Guerra Infinita?

Bom, o novo filme vai direto ao ponto desde o começo, e não perde tempo com introduções desnecessárias.

Isso significa que também não há grandes contextualizações. Apesar de uma breve explicação sobre as Jóias do Infinito, quem não teve tempo para assistir aos títulos mais recentes da editora vai sofrer bastante para acompanhar o enredo, que já começa em alta velocidade.

Mesmo com duas horas e meia de duração, a história parece enxuta, mudando de rumo apenas para inserir humor, mas sem exagerar na dose.

E há ação suficiente, proporcionada principalmente pelos lacaios de elite de Thanos, para que quase todos os mocinhos provem que merecem estar entre os “heróis mais poderosos da Terra”.

Até o grande vilão Thanos é lindamente trabalhado no longa. Desde Vingadores 1, ele tenta unir as Jóias do Destino, usando seus comparsas – sem sucesso nenhum, coitado.

Agora, que ele decide dar as caras, além de muito mau, o filme mostra os seus objetivos em toda essa matança, que é dar “equilíbrio ao Universo”. Ainda melhor: mostra que ele também tem sentimentos. Uma belíssima atuação de Josh Brolin.

Enfim, embora a gente já saiba que tem um ‘Vingadores 4’ pronto para ser lançado em 2019, o final que nos deixa de boca aberta e sem reação, serve como o fim chocante de uma história de uma década sem ser um adeus. Prova que mesmo um mega evento como esses pode, sim, ter sentimentos.

Meu namorado disse uma coisa que me fez pensar: “heróis não podem morrer”. E não podem porque é o que nos faz ter um pouquinho mais de esperança – e ânimo – pra viver. Então, no fim, eles sempre voltam.

Veja o trailer de “Os Vingadores – Guerra Infinita”

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