Eu me iludo, sim: Eu me basto!

É, logo eu? Nunca imaginei que um dia eu iria falar uma coisa doida dessas, mas a realidade é simples: eu me basto.

Até pouco tempo atrás eu achava que eu precisava ter alguém ao meu lado; achava que ficar sozinho, sem alguém pra ver uma série, ir ao shopping, sair pra comer ou ir a balada era o pesadelo de qualquer ser humano, mas não é. Eu me basto!

Vivemos em um mundo em que demorar pra responder, pra gamar; fingir desinteresse, pra apaixonar ganhou. Então, pra mim, esse é um jogo que não vale a pena jogar. Eu prefiro ficar sozinho que sofrer o desgaste de um jogo psicológico que faz todo mundo perder, no final das contas.

Eu aprendi a ir ao cinema sozinho, e adorei. Aprendi a viver a linda vida sem sentir, ou perceber, a necessidade de ter alguém. Eu já sou feliz sozinho.

Ser feliz sozinho é a chave para encontrar um bom amor. Com essa consciência eu não vou despejar nos braços do outro uma responsabilidade que ele não tem. Ser feliz não é uma condição, é estado de espírito e eu estou muito bem com o meu, obrigado.

Se alguém vier, que seja pra somar e não subtrair. Que seja leve, que seja doce. Que mude a minha vida, que ajude a resolver as dores de cabeça, que não me cause mais algumas delas. Alguém que retribua o amor na mesma intensidade em que vai ser amado. Que seja alguém especial, porque se for só mais um eu não quero.

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